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A cabana dos Parodiantes, em Salvaterra de Magos, recebe até 20 de dezembro, terça-feira, uma exposição unica. Chama-se "O Planeta Terra é uma grande Ilha com um imenso Oceano à volta", é o terceiro evento desta natureza em Portugal e provavelmente o maior, tendo em conta que mostra ao público 125 postais de autores provenientes de 25 países dos 5 continentes.

Ao longo da história da arte, muitos foram os meios explorados pelos diversos artistas, com o intuito de celebrarem a sua criatividade, e de divulgarem suas obras perante o público e meio artístico. Eis que surge então, na década de 60, o movimento designado por Arte Postal (MAIL ART) ou Arte por Correspondência, que tinha como principal vantagem o poder de ser auto-suficiente, no caso das Artes Plásticas, permitia fugir ao circuito das Galerias de Arte, local onde nem sempre oportunidades de exposição existem.

Os artistas conseguiam assim que o seu trabalho ou parte dele, fosse apreciado a uma escala internacional sem barreiras e burocracias, criadas pelos locais normalmente vocacionados para a sua exploração. Para além do factor de troca de correspondência entre artistas, a Arte Postal permite a criação de uma rede de contactos onde experiências podem ser partilhadas. O mesmo movimento, continua actualmente activo, por vezes poderá ser conectado como outsider ou alternativo, no entanto, muitos artistas o mantém, como era o caso de Ray Johnson's um dos seus principais impulsionadores.

Sendo este um movimento que tem fortes influências no Dadaismo e no Fluxus, no entanto, convém sublinhar que alguns MailArtists defendem que a arte postal teve a sua origem quando Cleoptra enrolada num tapete se entregou a Julio Cesar (no entanto isto não é correio nem arte), mas provavelmente o primeiro exemplo de Arte Postal será através de um desenho pictórico que o artista inglês William Mullready (1786-1863) criou para ser impresso nos envelopes de "Penny Post" na Grã-Bretanha em 1840, como também W. Reginald Bray (1879-1939) conhecido como "O rei dos autógrafos", que em 1898 começou a testar os limites e regras do sistema de correios Britânico, enviando todo o género de objectos adornados apenas com um selo postal. Eventualmente, ele enviou-os a si mesmo.

Um grupo de antigos mineiros de Rio Maior aprovou um voto de condenação pelo indeferimento, por parte da Câmara Municipal de Rio Maior, do pedido de classificação do complexo mineiro do Espadanal como património de interesse municipal.

Reunidos para discutir o assunto, os antigos mineiros da Empresa Industrial, Carbonífera e Eletrotécnica Lda nãoencontraram justificação para o adiamento do processo de reconhecimento legal do valor do património mineiro para o concelho e não escondem agora o seu descontentamento.

Do lado da autarquia, a presidente, Isaura Morais, explica que a salvaguarda daquele património não está em causa e justifica o adiamento do pedido de classificação com a necessidade de criar uma zona de proteção nas imediações que iria colocar dificuldades a projetos de proprietários ali instalados. A autarca acrescenta que não existe qualquer intenção de ceder ou vender o espaço mas antes valorizar o complexo.

As antigas minas de carvão de Rio Maior começaram a ser exploradas em 1914, em plena I Guerra Mundial, como resposta à falta de combustível no País, e em 1942, o governo atribuiu-lhe a função de reserva nacional de combustível, tendo determinado a exploração em larga escala e a construção do ramal ferroviário até ao Vale de Santarém, que foi concluído três anos depois. A fábrica funcionou até 1969.

Um jovem de 23 anos, residente em Vila Nova da Barquinha, desmaiou ao ver uma das cenas do filme “Twilight: Amanhecer - Parte 1”, e teve de ser assistido em plena sala de cinema no Torres Shopping, em Torres Novas.

O caso aconteceu na quarta-feira, 23 de novembro, quando Leandro Silva estava a ver o novo filme da saga Twilight e exactamente durante a mesma cena que supostamente causou um ataque epiléptico num espectador nos Estados Unidos.
Em declarações à TVI 24, o jovem bancário contou que estava a ver o filme acompanhado da namorada quando, na cena do parto de Bella Swan, que inclui vários flashes e imagens graficamente explícitas, começou a sentir náuseas e acabou por perder os sentidos durante cerca de cinco minutos.
“Era uma cena em que a personagem estava desmaiada e estavam a tentar reanimá-la. E parecia que eu estava a viver exactamente aquilo. De um momento para o outro, estava exactamente na mesma situação em que ela estava. E foi nesse momento em que comecei a sentir-me mal. A sensação foi a de querer vomitar, parecia que tinha um nó no estômago. Esta sensação durou um minuto, nem tanto. Depois só me lembro de já estar deitado no chão do cinema, com o filme parado”, recordou Leandro citado pela mesma fonte.

Desmaiado de olhos abertos e após ter sofrido alguns espasmos, o jovem foi socorrido por um bombeiro e uma enfermeira que também assistiam ao filme e, já consciente, foi transportado pelo INEM para o hospital de Torres Novas, onde passou a noite internado para a realização de vários exames, mas não foi detetado nada irregular.
Ainda à Tvi 24, Leandro Silva contou que ficou arrepiado ao ler a notícia de um caso semelhante nos Estados Unidos e confessa que está preocupado pelo facto de não existir qualquer aviso nos cinemas para os espectadores mais sensíveis.

“Tenho 23 anos, sou uma pessoa que pratica desporto, supostamente saudável em termos cardíacos, sem antecedentes de desmaios, e isto aconteceu-me a mim. Se fosse uma pessoa que sofre do coração, uma pessoa de mais idade ou uma criança, se calhar as coisas até podiam não ficar só pelo desmaio e podiam complicar-se mais”, concluiu Leandro, que, pelo menos até perceber realmente as razões do desmaio, não voltará a uma sala de cinema.

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