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Economia

A Nersant anunciou que vai apresentar uma nova candidatura ao programa “Melhor Turismo 2020”, com o objetivo de “voltar a trazer à região do Ribatejo a competitividade e capacitação necessária a este setor de atividade”.

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O anúncio foi feito na Startup Santarém, na sessão de encerramento da primeira edição deste projeto, que contou com 40 empresas participantes e resultou em 5.024 horas de formação e consultoria ministradas.
A sessão iniciou com o balanço regional do “Melhor Turismo 2020”, onde o coordenador Luís Roque, da Nersant, deixou um balanço bastante positivo, mas assinalou que as empresas revelam algumas dificuldades e resistência em aderir ao projeto por falta de tempo e recursos humanos, revelam resistência em aderir ao projeto.
Segundo o responsável pela formação da Nersant, a criação de um dispositivo de “descriminação positiva das empresas que apostam na formação-ação, com contratualização de objetivos” e ainda a introdução da formação em modelo “e-learning” são ideias que podem resolver alguns problemas.
As sugestões foram bem acolhidas pela Confederação do Turismo Português (CTP), entidade nacional promotora do projeto, e que marcou presença no evento.
Maria José Capacete, da Comissão Executiva da CTP, afirmou que a confederação quer “no próximo projeto, criar um selo de qualificação para os empresários que terminem o ciclo”, e acrescentou que “o turismo contribui cada vez mais para a economia nacional, pelo que é absolutamente necessário ajustar as competências destes trabalhadores às necessidades do mercado”.
António Campos, Presidente da Comissão Executiva da Nersant, justificou a aposta da associação empresarial no “Melhor Turismo 2020” afirmando que “uma região competitiva tem de enquadrar todos os setores de atividade. O turismo tem vindo a assumir cada vez mais importância na economia nacional e alavanca todas as outras áreas de negócio no mercado”.
António Campos concordou com a majoração positiva das empresas participantes e foi ainda mais longe, ao afirmar que “as empresas que concluem a formação-ação, para além de um selo, devem ter uma majoração de 5% no acesso a fundos comunitários do Portugal 2020”.
Nesta sessão de balanço e encerramento, foram ainda atribuídos os diplomas às empresas participantes no projeto.

 



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