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Nas últimas semanas, têm-se sucedido vários episódios de brigas e desacatos na Rua da Nazaré, mais conhecida pela “rua dos bares”, em Rio Maior.

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Em comum, têm o facto de envolverem o mesmo grupo de jovens violentos, que fixou residência na cidade há cerca de dois anos, vindos da área metropolitana de Lisboa.
Numa das rixas, há alguns dias, um guarda prisional, que estava como cliente num dos bares, foi transportado ao hospital com um braço partido.
“Eles mandaram as cadeiras e as mesas da esplanada pelo ar e atiraram garrafas de vidro a quem estava na rua”, contou à Rede Regional uma testemunha, que pede para não ser identificada.
Os agressores são os mesmos que, no passado mês de junho, atiraram pedras da calçada contra uma patrulha da GNR de Rio Maior, que tinha sido chamada para intervir numa altercação à porta de um espaço de diversão noturna.
Os dois guardas foram hospitalizados e o carro patrulha sofreu danos, mas os agressores continuam em liberdade.
Mesmo sem querer falar à reportagem, os donos dos bares sentem os clientes a fugir, e não compreendem o porquê da justiça ainda não ter atuado neste caso.
Segundo a Rede Regional conseguiu apurar junto de fonte da GNR, este grupo de jovens, com idades entre os 17 e os 23 anos, está referenciado em mais de 30 inquéritos em curso, por furtos e roubos, tráfico de estupefacientes e ofensas à integridade física, entre outros crimes.
Mesmo já tendo sido detidos várias vezes, os arguidos são devolvidos à liberdade e, em muitas das situações, nem sequer comparecem em tribunal quando são notificados para cumprir diligências.

 



Comentários   

0 #1 João Aurélio 08-06-2019 13:15
grande novidade esta à um ano que a violência e os furtos abundam por Rio Maior, mas ninguém sabe de nada, ninguém viu nada, provavelmente a noticia é falsa!... Vergonha!
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